Na minha primeira visita a Santiago não tive a oportunidade de visitar a Santa Carolina – eu não sabia o que estava perdendo! A vinícola é linda e o tour super original – até mesmo o presente que a vinícola dá a todos que fazem o tour é mais original que o das demais vinícolas que visitei em Santiago.
A beleza dos jardins da vinícola
Agendamento do tour
O agendamento da visita foi super fácil, diretamente pelo e-mail divulgado no site oficial. Enviei uma mensagem e poucos dias depois já recebi a confirmação do agendamento. Quem responde é a Andrea, chilena que fala português perfeitamente. É essencial fazer contato com qualquer vinícola com antecedência para reservar o tour desejado e se informar sobre horários disponíveis e valores.
Durante o agendamento não esqueça de mencionar que leu sobre esta visita em nosso blog.
Entrada da vinícola Santa Carolina
Transporte
Eu havia me planejado para ir de transporte público. A estação de metrô mais próxima chama-se Rodrigo de Araya e, após sair do metro, caminha-se por 15 minutos até a vinícola. Super fácil de chegar!! Desde a estação Manuel Montt (Providencia) até a estação Rodrigo de Araya eu perdi pouco mais de 30 minutos. Na volta também optei pelo metro.
Mapa mostrando a proximidade da estação Rodrigo de Araya com a Santa Carolina
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A Visita
A visita dura cerca de 45 minutos e se inicia nos jardins da propriedade. Andrea contou a história da vinícola, que tem mais de 140 anos. Logo depois nos levou para o interior da construção centenária, o casarão colonial onde viveram os fundadores da vinícola, hoje utilizada como escritório. Nosso grupo era pequeno, apenas 5 pessoas, e a visita foi super calma e rica em detalhes. As explicações foram todas feitas em português.
Jardim onde o tour tem início
Mais um pouco dos jardins da vinícola
Depois de conhecer o casarão e jardins internos, seguimos para conhecer a bodega de superfície e a cava subterrânea. A área da bodega pode ser reservada para realização de festas e eventos (fiquei sonhando com uma festa ali!). A propriedade é muito bonita!
Parte interna do casarão, que hoje é uma sala de reuniões
Jardim interno do casarão, preservando o estilo colonial
Barris onde se guardava o vinho produzido no passado
Área interna da bodega – neste local também se realizam eventos
Detalhe do piso da bodega
Cava subterrânea onde se guardava o vinho produzido
Uma das coisas que mais gostei no tour foi que a degustação acontece ao longo dele – achei super original! Provamos 3 vinhos ao longo da visita: um Sauvignon Blanc Reserva, um Petit Verdot Gran Reserva e um Cabernet Sauvignon Reserva de Família, respectivamente no casarão colonial, na bodega de superfície e na cava subterrânea.
Tudo pronto para a degustação de mais um vinho durante a visita à bodega de superfície
A visita termina na loja da vinícola, onde podemos comprar souvenires e vinhos em preços melhores que nas lojas da cidade.
Loja da vinícola Santa Carolina
Nesta propriedade não há vinhedos para visitação. Os mesmos estão em diferentes áreas do Chile.
Como cortesia da Santa Carolina, cada um dos participantes recebeu uma miniatura do vinho Cabernet Sauvignon Reserva. =)
Cortesia da Santa Carolina aos visitantes
Preço
$12.000 o tour + degustação (Fev/2017). O local também recebe eventos como festas, casamentos, etc. Fiquei só imaginando como deve ser lindo um casamento por lá <3
Na minha primeira visita a Santiago não tive a oportunidade de visitar a Cousiño Macul. Quando soube que voltaria a cidade fiz questão de incluí-la em meu roteiro.
Logomarca da Cousiño Macul na entrada da loja de vinhos e souvenirs
Agendamento do tour
O agendamento da visita foi super fácil, diretamente pelo site. Enviei uma mensagem e poucos dias depois recebi a confirmação do agendamento. É essencial fazer contato com qualquer vinícola com antecedência para reservar o tour desejado – em muitas delas os tours lotam rapidamente. Em geral as opções de tour estão sempre disponíveis no site das vinícolas e variam de passeios com ou sem degustação.
Durante o agendamento não esqueça de mencionar que leu sobre esta visita em nosso blog.
Transporte
Eu havia me planejado para ir de transporte público. A estação de metrô mais próxima à vinícola chama-se Quilín (linha azul do metro de Santiago) e de lá poderia seguir caminhando até a vinícola (em torno de 30 minutos de caminhada), pegar um taxi ou ônibus. Mas me atrasei para sair do hotel e acabei pegando um Uber direto para a vinícola; o custo-benefício foi ótimo!! Fazia muito calor em Santiago (fui em fevereiro/17, no alto verão – e um verão bem atípico e calorento demais) e de Uber cheguei super rápido. O custo do Uber desde meu hotel em Providencia até a Cousiño Macul foi de $4900 pesos chilenos. Na volta tomei outro Uber na porta da vinícola até a estação Quilín do metro (em torno de $1200) e de lá voltei de metro até Providência.
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Mapa mostrando a distancia da estação Quilín até a Cousiño Macul
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A Visita
A visita teve início em frente à loja da vinícola, com um grupo de 8 pessoas. As explicações foram todas em espanhol, mas o guia falava pausadamente para que todos que não dominavam o idioma pudessem entender. Há também a opção de agendar o tour em inglês.
A primeira parada do tour foi nos vinhedos. Porque a época da colheita já estava próxima (em geral se inicia entre o final de fevereiro e o inicio de março) os cachos de uva já estavam quase maduros, e foi possível prová-los e sentir a acidez e poder dos taninos. Depois seguimos para visitar as instalações onde era feito o vinho no começo do século XIX. Seguimos visitando a bodega centenária, o museu e a bodega utilizada atualmente.
As uvas já estavam quase prontas para a colheita
Mais uvas no pé
Antiga bodega da vinícola
Barris de carvalho onde os vinhos eram armazenados
Uma “pequena” garrafa de um dos vinhos da Cousiño Macul
Após o passeio, chegamos novamente na loja da vinícola, onde foi preparada a degustação. Foram degustados 4 vinhos: 2 brancos e 2 tintos Gran Reserva. Um sommelier orientou a degustação, explicando cada um dos vinhos e nos guiando a reconhecer os aromas e sabores de cada um deles.
Parte da loja de vinhos onde foi realizada a degustação
Grupo reunido durante a degustação ouvindo as orientações do sommelier
Como cortesia da Cousiño Macul, cada um dos participantes recebeu uma taça personalizada da vinícola de presente.
Cortesia da Cousiño Macul aos visitantes
Preço
$14.000 o tour regular e $24.000 o tour premium (Fev/2017). Há também a opção de fazer um tour de bicicleta pela vinícola (preço sob consulta).
Saí de férias no início de 2017 e escolhi o Chile como destino mais uma vez. Fui para ficar 14 dias e planejava conhecer outras regiões do Chile. Entre tantas interessantes optei por 2: Deserto do Atacama e Vale de Colchagua. O roteiro completo eu deixo aqui para você.
Em 2016 também visitei o país por 8 dias, quando conheci Santiago e arredores – o roteiro destes 8 dias você encontra aqui.
Deserto do Atacama: a paisagem incrível de Piedras Rojas
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San Pedro de Atacama
Hotel La Casa de Don Tomas, próximo a Calle Caracoles (10 minutos caminhando), a principal de lá. Eu queria sossego, algum conforto e proximidade do centro. Consegui tudo isso neste hotel.
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Santa Cruz
Cava Colchagua Hotel Boutique, próximo às várias vinícolas da região. Meus objetivos em Santa Cruz eram visitar as vinícolas da região e descansar um pouco. Após muito pesquisar escolhi este hotel, que atendeu perfeitamente ao meu propósito. Sai de lá com dor no coração querendo ficar mais dias. Ahhh..e um detalhe lindo: os quartos são antigos barris de carvalho que no passado eram utilizados para produção de vinho. Não é demais?
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Voei para Santiago a partir do Rio de Janeiro de GOL. A Latam também oferece este trecho sem escalas.
Santiago –> San Pedro de Atacama
Voei de SKY desde Santiago para Calama, onde fica o aeroporto mais próximo da cidade de San Pedro de Atacama. A Latam também oferece este trecho. De Calama fui de transfer até meu hotel em San Pedro de Atacama (cerca de 1h10m de trajeto).
Fiz a reserva do meu transfer com a empresa Transfer Pampa, indicação da FlaviaBia Expediciones (empresa que eu havia reservado meus passeios desde o Brasil). O serviço prestado foi excelente e eles foram bastante pontuais.
Valor: $12.000 pesos chilenos o trecho ou $20.000 pesos chilenos ida e volta (fev/17)
Diversas outras empresas tem guichê no aeroporto de Calama e oferecem o serviço de transfer para San Pedro de Atacama: Licancabur, Transfer Andino, Transvip.
Além das agências de transfer, existe a opção de pegar um ônibus que sai do aeroporto de Calama até o terminal de ônibus em San Pedro de Atacama. Este ônibus estava sendo oferecido por $8.000 pesos chilenos (fev/17).
Voltei desde San Pedro de Atacama de transfer para Calama (Transfer Pampa) e de Calama novamente voei SKY até Santiago.
No aeroporto de Santiago pegamos um carro alugado através da RentCars e seguimos pela Ruta 5 Sur em direção à cidade de Santa Cruz. O trajeto durou cerca de 2 horas.
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Santa Cruz –> Santiago
Voltamos de carro alugado pela Ruta 5 Sur até Santiago, onde devolvemos nosso carro.
Santiago –> Rio de Janeiro
Mais uma vez voamos de GOL para regressar ao Rio.
Internet, wi-fi e uso do celular no Chile
Com o passar dos anos o celular virou um artigo indispensável nas viagens: ele é camera fotográfica, mapa e o principal: nossa conexão com o mundo. Porém muitas vezes é complicado chegar em um novo país e adquirir um plano de dados e telefonia.
Nesta viagem tivemos o apoio* da EasySim 4U, que nos enviou de cortesia um chip internacional quando ainda estávamos no Brasil. O chip veio pré-programado para as datas da minha viagem e tinha um plano de dados ilimitado. Funcionou muito bem nas 3 cidades que visitei (Santiago, San Pedro de Atacama e Santa Cruz) e meu único trabalho quando cheguei no Chile foi trocar o chip do meu aparelho pelo chip enviado pela EasySim 4U. Demais, não é mesmo?
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Câmbio
Optei por fazer cambio 100% em Santiago, porque sabia que as cotações em San Pedro de Atacama não eram favoráveis.
A casa de câmbio em Santiago que oferecia melhores valores na época que viajei (fev/17) era a Cambios Santiago (Avenida Pedro de Valdívia, 29, Providência), que tem um site na internet que é ótimo para pesquisa da cotação antes da viagem, ainda do Brasil. 🙂
Em janeiro/16 a cotação em Santiago estava terrível: na faixa dos 150-170 pesos chilenos para cada real; em fevereiro/17 estava bem melhor: 210 pesos chilenos para cada real.
Já em San Pedro de Atacama a cotação que encontrei estava 160 pesos chilenos para cada real em fevereiro/17. Então vale a pena pesquisar antes de viajar. 😉
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Vinho: tem bebida melhor para embalar uma viagem especial? Descobri todo o charme desta bebida a poucos anos e desde então tento encaixar esta nova paixão nas viagens que faço.
Neste post vou contar minha experiência visitando 2 vinícolas no Uruguai, nas proximidades de Montevidéu.
Na minha primeira ida ao Uruguai em 2013 tive a oportunidade de visitar a Bodega Bouza. Optei por realizar a visita guiada acompanhada de um almoço no restaurante da Bodega, o qual era muito elogiado em vários sites que pesquisei.
Não me arrependi da minha escolha: o restaurante é mesmo muito bom! Eu e minhas amigas saímos satisfeitas e com algumas garrafas de vinho Bouza na bagagem.
Eu saindo toda satisfeita da Bodega Bouza em 2013 com minha caixa de vinhos
Quer uma lista de restaurantes recomendados em Montevidéu? Então clique aqui 🙂
Em 2014 eu repeti a fórmula porque queria ter aquela experiência outra vez.
As instalações da Bodega Bouza são lindas! E durante a visita guiada o guia vai explicando todo o processo de produção dos vinhos, sobre os vinhedos e variações das uvas que eles usam na produção, sua procedência e também sobre a história da família Bouza.
Barris de carvalho que armazenam o vinho
Visita-se também a área de produção, onde estão os tanques de fermentação dos vinhos, e também a adega, onde estão todos os barris de carvalho, onde repousa o vinho Bouza. É bem interessante. E, além de tudo, é um programa para todas as idades!
As crianças ficam enlouquecidas com os animais que existem na propriedade: capivaras, pavões, galinhas, e por aí vai!
A visita termina no museu que abriga a coleção de carros do Sr. Bouza. Tem vários modelos antigos, em perfeito estado, para todos os gostos. E por lá todos garantem que todos eles funcionam.
Para fechar com chave de ouro, novamente almocei no Restaurante Bouza… não dá para deixar passar esta oportunidade.
Parte das instalações da Bouza
Um dos pavões que circulavam livres pela propriedade
Vinhedos que podemos visitar na propriedade
Entrada do museu de automóveis do Sr. Bouza
Parte da coleção do Sr. Bouza
Mais um pouco da coleção do Sr. Bouza
Na propriedade também tem uma loja que vende os produtos Bouza, embalagens para avião, e uns mimos relacionados ao consumo do vinho. Vale uma passadinha também ao final do passeio.
Informações Úteis – Bodega Bouza
Informações de preços e horários referem-se ao período de abril/2014
– As visitas guiadas ocorrem de segunda a sexta às 11h, 13:30h e 16h; e aos sábados, domingos e feriados regionais às 11h e as 16h, e tem duração aproximada de 50 minutos.
– O agendamento deve ser feito através deste e-mail: visitas@bodegabouza.com com alguma antecedência (principalmente para quem pretende almoçar no restaurante, que é bastante concorrido);
– É oferecido o serviço de transporte, que pode ser solicitado e negociado durante a reserva do restaurante ou degustação. Na época de minha visita custava 1700 pesos uruguaios para 2 pessoas em veículo compartilhado.
Quanto a degustação de vinhos, eles oferecem 2 modalidades:
– Degustação Premium: 4 tipos de vinhos de parcelas únicas (1 branco e 3 tintos) acompanhados por queijos regionais, seleção de frios e pães frescos. Custo: 1.200 pesos uruguaios por pessoa. A degustação inclui a visita guiada.
– Degustação Clássica: 4 tipos de vinhos da linha clássica (1 branco e 3 tintos) acompanhados por queijos regionais, seleção de frios e pães frescos. Custo: 750 pesos uruguaios por pessoa. Também inclui a visita guiada.
Em relação ao restaurante da Bodega Bouza, trata-se de um restaurante de cozinha internacional com cardápio à la carte. O custo médio de uma refeição por pessoa gira em torno de 1000 a 2000 pesos uruguaios, e também inclui a visita guiada.
O recomendado é realizar as 3 opções oferecidas pela Bodega Bouza: a visita guiada, a degustação e o almoço, desde que caiba tudo isso no seu tempo e no seu bolso 😉
Pesquisando na internet sobre as bodegas uruguaias cheguei ao site da Bodegas Carrau. Me chamou a atenção o fato da produção de vinhos ser uma tradição da família Carrau desde 1752.
A história começa na Catalunha, Espanha, com Don Francisco Carrau Vehils, um pescador que adquiriu o primeiro vinhedo da família. A partir desse momento a família Carrau passou a fazer parte de um pequeno grupo de famílias que se dedicou a cultivar uma tradição que transcendeu gerações ininterruptas de produtores de vinhos finos.
Após estudar enologia em Vila Franca del Penadas, Juan Carrau Sust decidiu atravessar o Atlântico com Catalina Pujol, sua esposa, e se instalarem no Uruguai. Seu filho, Juan Carrau Pujol, em 1975, fundou a vinícola Vinos Finos Juan Carrau, lançando também os vinhos Castel Pujol, uns dos primeiros vinhos finos do Uruguai. Hoje a Bodegas Carrau é uma empresa uruguaia e continua sendo familiar, sendo conduzida por 5 irmãos (netos de Juan Carrau Pujol) que se propõem a honrar os mais de 260 anos de sabedoria de seus antepassados na produção de vinhos finos.
Entrada para a adega
Entrada da Bodegas Carrau
Barris de carvalho armazenando o vinho
Fermentação do espumantes
Parte dos vinhos a venda na loja da bodega
Loja da Bodegas Carrau
Informações – Bodegas Carrau
Informações de preços e horários referem-se ao período de abril/2014
Reservas para visita guiada e degustação são agendadas para terças, quintas e sextas em 2 horários: 10:30h e 14:30h.
A proposta deles é a seguinte: realizar a visita guiada pelas instalações da Bodegas Carrau, seguida da degustação de 3 a 4 tipos de vinhos, acompanhados por biscoitos, queijos e frutas secas. A duração prevista para este tipo de visita é 90 minutos e o custo, por pessoa, é de 25 dólares.
Informações e reservas podem ser feitas através do endereço: info@bodegascarrau.com
Eu adorei a visita que fiz a Bodegas Carrau. Desde os e-mails que troquei com eles para agendar a visita, já havia percebido o quanto são atenciosos. Nossa visita e degustação foi realizada diretamente com a elegante Margarita Carrau, diretora da empresa, e neta de Juan Carrau Pujol. Ela nos apresentou todas as instalações e grande parte da linha de vinhos (uns 7 tipos, deliciosos), incluindo alguns premiados como o Tannat de Reserva.
Degustação dos vinhos finos
Ao final da degustação e visita, ainda fizemos umas comprinhas na loja da empresa, onde pudemos escolher vinhos de diferente safras e uvas a preços ótimos!
Para concluir, recomendo demais ambas as visitas! Embora as duas sejam grandes produtoras de vinhos uruguaios, cada uma tem sua idade, estilo e maneira diferente de se apresentar. São visitas completamente diferentes entre sí, e ambas igualmente enriquecedoras.
As bodegas se localizam próximas, vejam só no mapa que preparei abaixo. Eu consegui conciliar as 2 visitas no mesmo dia, sendo a primeira visita à Bodega Bouza para visita guiada e almoço, e a segunda à Bodegas Carrau para visita guiada e degustação. Aluguei um carro pela Rental Cars quando cheguei ao Aeroporto de Montevideu e com ele fui até as duas bodegas.
Mapa mostrando a distância entre as duas bodegas: Bouza e Carrau
Alguém ai já visitou alguma dessas bodegas? Conte sua experiência pra gente nos comentários.
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