14 dias no Chile – Roteiro incluindo Deserto do Atacama, Santiago e do Vale de Colchagua

Deserto do Atacama: a paisagem incrível de Piedras Rojas

Saí de férias no início de 2017 e escolhi o Chile como destino mais uma vez. Fui para ficar 14 dias e planejava conhecer outras regiões do Chile. Entre tantas interessantes optei por 2: Deserto do Atacama e Vale de Colchagua. O roteiro completo eu deixo aqui para você.

Em 2016 também visitei o país por 8 dias, quando conheci Santiago e arredores – o roteiro destes 8 dias você encontra aqui.

Deserto do Atacama: a paisagem incrível de Piedras Rojas
Deserto do Atacama: a paisagem incrível de Piedras Rojas

Veja também…

Roteiro

Ao todo viajei por 14 dias divididos da seguinte maneira:

3 dias em Santiago

Dia 1: Chegada em Santiago + Visita guiada e degustação na vinícola Cousiño Macul

Dia 2: Visita guiada e degustação na vinícola Santa Carolina

Dia 3: Passeio em Cajón del Maipo

5 dias em San Pedro de Atacama

Dia 1: Chegada em San Pedro e organização dos passeios pelo Deserto do Atacama

Dia 2: Passeio para Lagunas Escondidas

Dia 3: Passeio para Salar de Talar, Piedras Rojas e Lagunas Altiplânicas

Dia 4: Passeio para Geiseres del Tatio e para o Vale da Lua e Vale da Morte

Dia 5: Passeio para o Salar de Tara e Tour Astronômico

Mais uma paisagem incrível do Atacama
Mais uma paisagem incrível do Atacama

4 dias em Santa Cruz

Dia 1: Viagem desde San Pedro de Atacama até Santa Cruz; chegada em Santa Cruz e visita à vinícola Ventisquero (Sunset)

Dia 2: Visita guiada e degustação nas vinícolas Viu Manent, Neyen e Lapostolle

Dia 3: Visita guiada e degustação nas vinícolas Montes e MontGras

Dia 4: Visita à loja de vinhos da vinícola Laura Hartwig, visita guiada e degustação na vinícola Ventisquero + volta para Santiago

Vinícola Ventisquero, em Apalta, no Valle de Colchagua
Vinícola Ventisquero, em Apalta, no Valle de Colchagua

2 dia em Santiago

Dia 1: Dia livre em Santiago para passear pela cidade e comprar vinhos

Dia 2: Volta para o Brasil

Hospedagem

Santiago

Em Santiago minha hospedagem foi de 2 maneiras diferentes:

Ibis Providência, no início da viagem; Já havia me hospedado neste bairro e gostado muito.

Apartamentos Bea, também em Providência, no final da viagem.

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San Pedro de Atacama

Hotel La Casa de Don Tomas, próximo a Calle Caracoles (10 minutos caminhando), a principal de lá. Eu queria sossego, algum conforto e proximidade do centro. Consegui tudo isso neste hotel.

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Santa Cruz

Cava Colchagua Hotel Boutique, próximo às várias vinícolas da região. Meus objetivos em Santa Cruz eram visitar as vinícolas da região e descansar um pouco. Após muito pesquisar escolhi este hotel, que atendeu perfeitamente ao meu propósito. Sai de lá com dor no coração querendo ficar mais dias. Ahhh..e um detalhe lindo: os quartos são antigos barris de carvalho que no passado eram utilizados para produção de vinho. Não é demais?


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Locomoção

Rio –> Santiago

Voei para Santiago a partir do Rio de Janeiro de GOL. A Latam também oferece este trecho sem escalas.

Santiago –> San Pedro de Atacama

Voei de SKY desde Santiago para Calama, onde fica o aeroporto mais próximo da cidade de San Pedro de Atacama. A Latam também oferece este trecho. De Calama fui de transfer até meu hotel em San Pedro de Atacama (cerca de 1h10m de trajeto).

Fiz a reserva do meu transfer com a empresa Transfer Pampa, indicação da FlaviaBia Expediciones (empresa que eu havia reservado meus passeios desde o Brasil). O serviço prestado foi excelente e eles foram bastante pontuais.

Contato: transferpampa@gmail.com

Valor: $12.000 pesos chilenos o trecho ou $20.000 pesos chilenos ida e volta (fev/17)

Diversas outras empresas tem guichê no aeroporto de Calama e oferecem o serviço de transfer para San Pedro de Atacama: Licancabur, Transfer Andino, Transvip.

Além das agências de transfer, existe a opção de pegar um ônibus que sai do aeroporto de Calama até o terminal de ônibus em San Pedro de Atacama. Este ônibus estava sendo oferecido por $8.000 pesos chilenos (fev/17).

Veja também…

San Pedro de Atacama –> Santa Cruz

Voltei desde San Pedro de Atacama de transfer para Calama (Transfer Pampa) e de Calama novamente voei SKY até Santiago.

No aeroporto de Santiago pegamos um carro alugado através da RentCars e seguimos pela Ruta 5 Sur em direção à cidade de Santa Cruz. O trajeto durou cerca de 2 horas.

Conheça a RentCars, compare os preços de diversas locadoras diferentes e escolha a opção mais econômica através deste link.

Santa Cruz –> Santiago

Voltamos de carro alugado pela Ruta 5 Sur até Santiago, onde devolvemos nosso carro.

Santiago –> Rio de Janeiro

Mais uma vez voamos de GOL para regressar ao Rio.

Internet, wi-fi e uso do celular no Chile

Com o passar dos anos o celular virou um artigo indispensável nas viagens: ele é camera fotográfica, mapa e o principal: nossa conexão com o mundo. Porém muitas vezes é complicado chegar em um novo país e adquirir um plano de dados e telefonia.

Nesta viagem tivemos o apoio* da EasySim 4U, que nos enviou de cortesia um chip internacional quando ainda estávamos no Brasil. O chip veio pré-programado para as datas da minha viagem e tinha um plano de dados ilimitado. Funcionou muito bem nas 3 cidades que visitei (Santiago, San Pedro de Atacama e Santa Cruz) e meu único trabalho quando cheguei no Chile foi trocar o chip do meu aparelho pelo chip enviado pela EasySim 4U. Demais, não é mesmo?

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Câmbio

Optei por fazer cambio 100% em Santiago, porque sabia que as cotações em San Pedro de Atacama não eram favoráveis.

A casa de câmbio em Santiago que oferecia melhores valores na época que viajei (fev/17) era a Cambios Santiago (Avenida Pedro de Valdívia, 29, Providência), que tem um site na internet que é ótimo para pesquisa da cotação antes da viagem, ainda do Brasil. 🙂

Em janeiro/16 a cotação em Santiago estava terrível: na faixa dos 150-170 pesos chilenos para cada real; em fevereiro/17 estava bem melhor: 210 pesos chilenos para cada real.

Já em San Pedro de Atacama a cotação que encontrei estava 160 pesos chilenos para cada real em fevereiro/17. Então vale a pena pesquisar antes de viajar. 😉

Roteiro de Buenos Aires – O que fazer, visitar e experimentar na terra dos Hermanos

Tango no Caminito

Minha primeira experiência em Buenos Aires foi em janeiro de 2013, quando estive por uma semana desfrutando um pouco das muitas atrações que a cidade oferece. Fiquei hospedada na casa de uma grande amiga portenha, que me apresentou a cidade da melhor maneira possível: aos olhos dela. Neste relato vou compartilhar meu roteiro de Buenos Aires para 6 dias, assim como dicas valiosas que obtive com quem mais conhece o país: os próprios argentinos.

Provei as deliciosas empanadas, o amargo pomelo, a típica parrilla argentina, o delicioso dulce de leche (que é muito diferente do nosso), os alfajores e o sorvete. Arrisco dizer que este último é um dos melhores do mundo.

E, pasmem, mas até tango eu dancei! Definitivamente eu amei toda a minha experiência por lá.

Casa Rosada, sede da presidência da República Argentina
Casa Rosada, sede da presidência da República Argentina

Além desta visita, retornei a Buenos Aires diversas vezes à trabalho nos ultimos anos. Nestas visitas frequentes eu me hospedava no centro da cidade, sempre nos hoteis Pestana ou no Hotel Panamericano. Ambos são excelentes opções e se localizam num local estratégico: próximos à Ópera, ao Obelisco e à Calle Florida. Se eu tivesse que escolher um deles, escolheria o Panamericano pelos quartos recem reformados e super espaços, decorados com muito bom gosto.

Para consultar preços e disponibilidade, consulte o link do Booking abaixo:

A famosa Calle Florida está sempre cheia
A famosa Calle Florida está sempre cheia
Obelisco, no centro de Buenos Aires
Obelisco, no centro de Buenos Aires

Dia 1: Recoleta

Meu primeiro dia em Buenos Aires foi de passeio pela Recoleta, bairro hiper charmoso de lá. É um bairro tão agradavel, que eu gostaria de me hospedar nele em uma próxima visita à cidade.

Entre as atrações do bairro estão o Cemitério da Recoleta. Ele é considerado por muitos como um museu porque abriga diversas obras de arte em seu interior. É onde estão, também, os túmulos de muitas personalidades da política e cultura, sendo o mais famoso deles o túmulo da Evita Perón.

Túmulo da Evita Perón
Túmulo da Evita Perón

Continuando com a lista de atrações da Recoleta, temos a Igreja Nossa Senhora del Pilar e o monumento Floralis Generica, uma linda escultura em flor com um mecanismo que a faz abrir e fechar as pétalas automaticamente pela manhã e ao pôr do sol.

A Recoleta é bairro com vários cafés agradáveis e ótimos restaurantes – uma boa pedida a qualquer momento do dia.

No fim da tarde, aproveitei o clima quente do verão para curtir uma baladinha que considero imperdível para quem passa por lá e gosta de lugares descolados: o Ciudad Cultural Konex. Trata-se de um centro cultural onde todas as segundas-feiras é appresentado às 19h um espetáculo de percussão chamado La Bomba de Tiempo. A apresentação deles é sensacional!

Dia 2: Hop on Hop off

No segundo dia me rendi ao ônibus de turismo amarelinho que percorre grande parte da cidade, parando em 26 pontos. Existem 2 opções de circuito: tradicional, que foi o que eu escolhi, e o azul, que é mais curto e tem apenas 6 pontos.

Embora você pague um preço único pela diária e possa subir e descer onde quiser, quantas vezes quiser, não dá tempo de parar em todos os pontos e ver tudo com calma. Sendo assim, selecionei os pontos que mais me interessavam e comecei meu passeio.

Minha primeira parada foi em La Boca para conhecer La Bombonera, o estádio do Boca Juniors. Aproveitei minha parada no bairro para comprar alguns presentinhos e almoçar em um restaurante tipicamente portenho, o famoso “bodegón” El Obrero. Recomendo fortemente a visita a este restaurante tipicamenete argentino.

Segui viagem para a Calle Caminito, coração de La Boca e também o lugar mais colorido de Buenos Aires. Achei lá super alegre, com vários dançarinos de tango e Conventillos, casinhas típicas de lá, hoje convertidas em comércio e lojas de souvernirs.

Fiz mais uma parada em Las Cañitas porque amei o bairro e queria tomar um café nele. Finalizei meu passeio em frente ao Teatro Colón, que oferece passeios guiados.

Terminei meu dia comendo em uma das pizzarias tradicionais da cidade: Los Inmortales, onde também provei a faina, outra comida típica de lá a base de grão de bico, que normalmente acompanha as pizzas.

DIA 3: Centro

O terceiro dia eu dediquei a região central da cidade: conheci a lindíssima livraria El Ateneo, que antes de ser transformada em livraria era um teatro; visitei as galerias Pacífico e a famosa Calle Florida. Também provei as deliciosas empanadas (nada mais porteño); o lugar eleito para tal foi o El Sanjuanino, famoso pela qualidade e variedade de sabores, com vários endereços em Buenos Aires. Se quiser curtir um pub com cervejas variadas e bons petiscos na região do centro, eu indico o The Kilkenny, que fica próximo a Calle Florida.

Dia 4: Zoo e Palermo Soho

Iniciei o quarto dia indo ao Zoo de Buenos Aires, que é bem bonitinho (embora o Zoo mais famoso de lá seja o Luján, que fica mais distante do centro da cidade). É um bom programa para famílias com crianças.

Dediquei a tarde visitando Palermo Soho, região famosa por ser uma área fortemente comercial e pelas dezenas de outlets (o ponto forte fica na esquina da Aguirre com a Calle Gurruchaga). Encontrei marcas famosas em Buenos Aires como a Prune e a Isadora com preços bem mais atraentes que no restante da cidade; isso sem falar em marcas mundialmente conhecidas.

O bairro também tem ótimas cafeterias e sorveterias. Me encantei com o sorvete Persicco (além dele tem o igualmente ótimo Freddo); peça o de doce de leite caseiro.

Aos sábados rola uma feirinha na pracinha principal de lá (Plaza Serrano), embora o que mais me encantou foram os muitos brechós no entorno da praça. Há também vários barzinhos e pubs; estive em um chamado Rey de Copas que era um charme. Gostei bastante deste bairro e me pareceu outra boa opção para a hospedagem.

Lhamas no Zoo de Buenos Aires
Lhamas no Zoo de Buenos Aires

Dia 5: Tigre e Puerto Madero

No quinto dia fui conhecer a cidade de Tigre, que fica a 33 Km de Buenos Aires, em uma parte do Delta do Rio Paraná. Lá eu me rendi novamente ao ônibus turístico que vai parando em pontos estratégicos da cidade. Meu objetivo era conhecer o máximo que podia do lugar.

Minha primeira parada foi no Museu de Arte de Tigre, construído em 1909, um museu de várias salas onde é possível conhecer a arte argentina dos séculos XIX e XX através das pinturas de artistas renomados e objetos históricos.

Depois segui para o Porto de Frutos, local mais visitado de Tigre, localizado às margens do Rio Luján. O porto trabalha com diferentes tipos de produtos do delta incluindo madeira, frutas e legumes, e há muitas lojinhas de decoração com artigos bonitos por lá.

Encerrei o dia no Trilenium Casino; minha estreia em casinos, inclusive.

Fui e voltei a Tigre de trem; a estação fica bem no centro da cidade.

No retorno a Buenos Aires fui conhecer Puerto Madero e jantei no restaurante Siga La Vaca, uma churrascaria com rodízio, ótima opção para quem gosta bastante de carnes e quiser conhecer a famosa parrilla argentina.

Minha recomendação de churrascaria a la carte, requintada e mais cara é o bem conceituado Cabaña de Las Lilas, que talvez seja um dos restaurantes mais famosos de Buenos Aires. Eu o visitei diversas vezes e em todas o atendimento e acomida estavam impecáveis.

Se a parrilla não for muito a sua cara, há um restaurante italiano muito bom que conheci em Puerto Madero chamado Sottovoce. Ele tem uma pegada mais romântica, além de ser uma delícia jantar em uma das mesas da varanda. 

Dia 6: San Telmo

Fechei minha semana em Buenos Aires em um domingo; então não poderia deixar de conhecer a famosa Feira de San Telmo.

Originalmente esta é uma feira de antiguidades que toma boa parte do bairro e tem muitos artigos de decoração e artesanato. As lojas das ruas no entorno da feira também ficam de portas abertas, e pode-se encontrar muita coisa legal.

Aproveitei que estava por lá para conhecer o monumento da Mafalda, na esquina das ruas Chile e Defensa. A tarde segui para um tradicional Irish Pub da região chamado Gibraltar, com mesa de sinuca, boa variedade de cervejas, além de petiscos e sobremesas atraentes.

Também em San Telmo há um restaurante de carnes muito bom, o La Brigada. Para quem estiver interessado em provar as carnes da típica parrilla, fugindo dos rodízios, este é um ótimo lugar!

Ai você vai pensar: E o tango, vc não foi a nenhum show de tango em Buenos Aires??

Bem, vou dizer que neste quesito eu dei uma sorte tremenda! Neste mesmo domingo, meu último dia por lá, aconteceu uma super apresentação de tango bem no centro de Buenos Aires. O palco foi montado bem próximo ao Obelisco e as apresentações faziam parte de um programa de espetáculos gratuitos chamado “Verano em la Ciudad”, organizado (muito bem, por sinal) pelo Ministério da Cultura de Buenos Aires.

As apresentações estavam a cargo da bailarina e coreógrafa de tango Mora Godoy e de sua companhia, constituída de bailarinos selecionados por todo país ao longo do ano. O espetáculo apresentado chamava-se “Amor e Tango” e na ocasião já havia passado por mais de 30 países. Mora Godoy é a mais famosa dançarina de tango da Argentina e poder assisti-la (e ainda de graça!!) foi um privilégio enorme.

Fiquei sentadinha só apreciando um número de dança melhor que o outro, e me apaixonei pelo Tango. 

  Palco montado proximo ao Obelisco para a apresentação de Mora Godoy
Palco montado proximo ao Obelisco para a apresentação de Mora Godoy

Minhas considerações gerais sobre Buenos Aires:

– sim, sua arquitetura parece com a da Europa. E os prédios históricos são lindos.

– os hermanos são simpáticos e adoram os brasileiros. Sabe aquela rivalidade toda do futebol? Esqueça! Ela fica somente no futebol mesmo.

– o Tango é realmente uma dança linda. Escolha um dos shows, assista e emocione-se.

– os sorvetes são maravilhosos! E o doce de leite também. Não deixe de prova-los.

– carnes e massas são a base das refeições, em geral mais baratas que aqui no Brasil, e muito gostosas. Enjoy!

– tem muitos brasileiros por lá, então não espante-se se você ouvir mais o português na rua do que o próprio espanhol;

– a “propina” ou gorjeta (nossos famosos 10%) não são inclusas na conta, então devem ser pagas a parte (mas não são obrigatórias, não tem porcentagem fixada, e são uma cortesia esperada quando o atendimento e/ou serviço é bom).

– prove as empanadas, os alfajores, as provoletas, os chinchulines, a morcilla, o tostado no pão de miga, a faina, o pomelo e tudo mais que você puder. Eu estabeleci uma relação de amor e ódio com eles: uns eu amei, outros odiei. Mas considero importantíssimo o ato de experimentá-los.

Buenos Aires é uma cidade linda; aproveite tudo que ela tem a oferecer! E depois não se esqueça de passar aqui para contar como foi a sua experiência. 🙂

*Agradecimento especial: dedico este texto a minha grande amiga Mariana, que além de ter divido apê comigo durante bons meses aqui no Rio, também me recebeu com todo amor do mundo (juntamente com sua mamis, tia Rosina) em sua casa em Buenos Aires. Obrigada por todo carinho e pela viagem especial que me proporcionaram, Mari e tia Rosina!

Mari, tia Rosina e eu em uma paradinha para o café em Palermo Soho
Mari, tia Rosina e eu em uma paradinha para o café em Palermo Soho

Outras dicas importantes para organizar sua viagem:

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Uma viagem gastronômica ao Uruguai: minha lista de restaurantes recomendados em Montevidéu

Eu amei conhecer o Uruguai e o visitei mais de uma vez: pela primeira vez em abril de 2013 e depois em abril de 2014 . E foi por isso que eu resolvi fazer esta lista de restaurantes recomendados em Montevidéu para vocês.

Eu gosto muito da cidade como um todo, embora os preços sejam caros um pouco maiores para nós brasileiros. Mas cada centavo gasto vale a pena.

O clássico letreiro “Montevideo” (em espanhol) em Pocitos

A parte que mais gosto da viagem a Montevidéu é a gastronomia. Tem vários restaurantes excelentes, isso sem mencionar os vinhos uruguaios que são uma delícia! Amo!

Quer saber mais sobre visitas guiadas e degustação de vinhos uruguaios? Então acesse o post abaixo:

Agora anote ai as dicas que vou deixar sobre meus lugares prediletos!

Minha lista de restaurantes e bares

La Perdiz – restaurante lindinho localizado em Punta Carretas, bem próximo ao Hotel Sheraton. A especialidade é a parrilla, mas eu comi massa e estava uma delicia! Pra acompanhar, peça um bom vinho uruguaio e aproveite a noite.

Francis – recomendadíssimo por todas as pessoas que eu conheço que já estiveram em Montevidéu. Estive lá na minha ultima viagem e vi o porquê da fama do local: ótimo atendimento, comida deliciosa e excelente carta de vinhos. Não vá sem reserva. As filas de espera são grandes e você corre o risco de ter que esperar muito por uma mesa.

Esta foi a minha escolha no Francis: Baby beef com mix de legumes assados

Bar 62 – o forte da casa é a comida japonesa, mas há opções de carnes e massas no cardápio também. Eu acabei ficando só nas entradinhas porque tinha saído para beber neste dia. O clima do bar é muito bom, e a música ambiente perfeita: rock da melhor qualidade.

La Taberna del Diablo – tem 4 filiais em Montevidéu, sendo algumas somente para delivery. Sua especialidade são as empanadas (tem cerca de 50 sabores!), embora tenham massas e pizzas em seu cardápio também (e ate pratos executivos para o almoço). Eu sempre vou na do Parque Rodo. Acho agradável o clima de lá para comer empanadas e tomar uma cerveja geladinha.

Empanadas + Patricia bem gelada: mistura perfeita em La Taberna del Diablo

Restaurante Bouza – este eu conheci em 2013 e pude repetir a dose em 2014. É delicioso!!! E o melhor é somar um bom  restaurante à visita guiada às instalações da bodega e/ou a degustação dos vinhos Bouza, que são muito bons.

Varanda do Restaurante Bouza – pode acreditar que o interior é ainda mais bonito
Sobremesa no Restaurante Bouza: flan de doce de leite era tão lindo que dava dó de comer

ML Calentitas – essa é uma indicação especial para o café a manhã! São as melhores medialunas de Montevidéu. Imperdíveis!!!!

ML Calentitas: um clássico uruguaio

La Pasiva – excelente para um lanche rápido, cafezinho ou café da manha. Os panchos são uma delicia tradicional da casa; são pequenos cachorros-quentes de salsicha num pãozinho bem fofinho que podem ser servidos sozinhos ou cobertos de queijo ou presunto! O de queijo foi o meu eleito! 🙂 Coloquei aqui o link do restaurante de Punta del Este porque não encontrei o de Montevidéu, mas o endereço é 18 de Julio y Ejido – Plaza Constituicion.

E você, já esteve em Montevidéu? Tem alguma dica para adicionar a esta lista?

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