Dinan é uma comuna francesa da região da Bretanha, noroeste da França, no departamento Côtes-d’Armor. Comuna é a menor e mais antiga subdivisão administrativa da França e esta conta com uma população que não chega a 12 mil habitantes. Localiza-se a 400 km de Paris.
Fonte: iStock / clodio
Conhecida por ser uma das cidades mais charmosas da Bretanha, acreditam? Dinan é uma cidade murada, com arquitetura típica com ruas de pedra e ar medieval. Esta comuna é conhecida por servir de refúgio aos duques da Bretanha.
Minhas duas passagens por Dinan foram breves, mas, para quem quer curtir o clima romântico deste lugar, vale a pena ficar uma noite aqui.
Também recomendo que, se estiver de carro, estacione em algum dos estacionamentos públicos e caminhe. A graça da cidade é andar pelas ruelas medievais e que nos remetem a Idade Média.
Caminhando pela cidade, chegue até às margens do Rio Rance, admire e se delicie com os doces maravilhosos, como este Kouing Amann, que é uma espécie de pão doce delicioso, e Eclair, nossas famosas bombas!! Dica de lugar para comê-los: La Maison de Tatie Jeanne.
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Em outubro/2015 fiz uma viagem de trabalho com destino a Paris que durou uma semana. Como já estive na cidade outras vezes, acabei menos focada nos pontos turísticos e mais focada no dia a dia dos parisienses – uma experiência ótima! 🙂
Museu do Louvre <3
Outono em Paris
Cheguei no domingo de manhã. Por sorte era o primeiro domingo do mês de outubro e vários museus estavam com entrada gratuita. Aproveitei para ir até o Museu D’Orsey, famoso por ser um dos mais lindos de lá, que eu ainda não conhecia. Pura verdade: este museu era uma estação de trem antigamente e é realmente muito bonito! Além das exposições permanentes, havia uma exposição nova chamada Splendeurs et misères. Images de la prostitution, 1850-1910 que estava super badalada, com uma fila enorme. O tema desta exposição é polêmico: prostituição. E o acervo era bastante rico, com um grande registro do período descrito no título em imagens, documentos e vídeos.
Almoço tipicamente parisiense nos arredores do Museu D’Orsey: crepe!
Depois do D’Orsey, dei uma volta no entorno do Museu do Louvre e segui para a Torre Eiffel (desci na estação Trocadero do Metro). Não tem jeito, ela é mesmo meu local preferido em Paris e não tem como eu ir até lá e não ir visitá-la. 🙂
Torre Eiffel vista a partir de Trocadero
Museu do Louvre
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Estava acontecendo um show super divertido com artistas de rua na praça de Trocadero com direito a um casal de noivos recém casados participando e entrando na brincadeira. Também tinha um outro casal de noivos por lá tirando fotos com a Torre Eiffel ao fundo. Tão lindo
Noivos na Torre Eiffel
Mais uma noiva na Torre Eiffel
Desta vez fiquei hospedada num hotel em Madeleine, Hotel Cordelia. A localização é excelente! Fui ao D’Orsey e ao Louvre a pé. E fica muito perto das Gallerias Laffayette e da Ópera. O hotel também é ótimo, apesar de ter quartos pequenos, como é padrão em Paris. Mas é tudo super limpo, novo e organizado. Parte do staff falava português e todos eram sempre muito solícitos. O café da manhã também era uma delícia: sempre com sucos, frios, ovos, iogurtes, croissant, crepes, leite e cafés variados.
Café-da-manhã do Hotel Cordelia
Detalhe de parte do que é oferecido no café-da-manhã do hotel
Meu trajeto a pé desde o hotel até os museus do Louvre e D’Orsey
Ópera de Paris
Durante a semana estava a trabalho; então pude observar alguns hábitos que não tinha reparado ainda nas minhas idas à Paris de férias:
Os franceses fumam muito! Em especial quando cai a noite e os bares e cafés ficam cheios para o happy hour.
O almoço, em geral, é no próprio escritório. Ao contrário de nós no Brasil que costumamos almoçar em restaurantes durante um dia de trabalho, os franceses têm o hábito de comprar a refeição e levá-la ao escritório para comê-la por lá.
Ainda sobre o almoço, uma dica: todos os dias que estive lá comprei minha comida em algum dos restaurantes da Passage Choiseul, que oferece opções de diferentes culinárias e preços bem interessantes (eu paguei menos de 10 euros em comida + bebida todos os dias). E a região em torno da Passage de Choiseul é super famosa pela culinária oriental e tem vários bons restaurantes do ramo.
Os parisienses são bastante boêmios: todos os dias os cafés próximos ao meu trabalho estavam lotados após as 18h. O clima estava um pouco frio (uns 10-15 graus) mas isso não era impedimento algum para uma cerveja ou mesmo um vinho após o trabalho. Neste quesito outra dica: em geral existem boas promoções para o happy hour, com cervejas e drinks a preços mais baixos ou em dose dupla.
Passage Choiseul
O meu preferido para almoço na Passage Choiseul
Happy Hour em Paris no Bistrot d’Edmond
Conheci o Bistrot d’Edmond onde fui algumas vezes para jantar e outras para o happy hour. Para jantar indico o steak com batata fritas que estava delicioso 😉
Steak com fritas no Bistrot d’Edmond
Também jantei em um restaurante/hamburgueria chamado Moutarde Street que é muito bom também. Os hambúrgueres estavam deliciosos e o ambiente era bem legal, tipo de barzinho.
Um dos hamburgueres do Moutarde Street
No final da minha semana em Paris estiquei minha viagem até a Suíça para visitar um casal de amigos (as dicas da Suiça estão aqui). Quando retornei no domingo à noite optei por ficar hospedada no próprio aeroporto Charles de Gaulles, porque meu vôo para o Brasil seria na segunda pela manhã e eu não queria carregar mala para longe já que não teria tempo de aproveitar a cidade.
O hotel eleito por mim foi o Ibis Charles de Gaulles, bem pertinho (quase dentro) do terminal 3 do aeroporto. Meus pousos e decolagens foram todos no terminal 2, mas existe um metro interno e gratuito no aeroporto Charles de Gaulles para te levar de um terminal a outro. Foi excelente a minha escolha! O Ibis é daquele jeito que já conhecemos: quartos pequenos, porém confortáveis na medida: com cama macia e chuveiro quente. Existem opções para refeição no lobby do hotel também, então não precisa se preocupar em ir muito longe para comer. E a vantagem de estar tão perto é que não tem como perder a hora do vôo. 😉 E embora o hotel seja próximo ao aeroporto, é bastante silencioso.
O metro de Paris é super funcional e existe um aplicativo chamado Paris Metro que ajuda a traçar a melhor rota de integração entre um ponto e outro. Eu super indico 😉
Mapa do metro de Paris para quem quiser se deslocar mais pela cidade
Paris Metro: app excelente para quem quer traçar rotas de metro em Paris
E assim terminou a minha viagem! Aqui você encontra mais 10 dicas essenciais para sua viagem a Paris. Não deixe de conferir! 😉
Até a próxima, pessoal. Embarque você também com destino a Paris e aproveite estas dicas.
Aproveitei que estava em Paris a trabalho para visitar os amigos Mari e Rapha na Suíça. Minha hospedagem não poderia ter sido mais especial: fui recebida na casa deles em Lenzburg, localizada 36 Km a Oeste de Zurique. Cheguei na sexta à noite e retornei à Paris no domingo à noite. Minha conclusão: apenas 2 dias é muito pouco para conhecer um país que tem tanto a oferecer (e também para matar a saudade de amigos queridos). De qualquer modo vou compartilhar um pouco do que vi e conheci por lá para deixá-los animados a conhecer a Suíça. 🙂
Kapellbrücke, cartão postal de Lucerna
Vista do meu quarto em Lenzburg
Voei de Air France direto de Paris a Zurique. O trajeto é super curto: apenas 1h15m. Outra opção é pegar o trem que sai de Gare du Nord em Paris para Zurique; o tempo de duração da viagem é de 4h. Cheguei na sexta à noite e fui descansar para aproveitar bastante o sábado.
Lenzburg
Lenzburg é uma cidade pequena e calma, com cerca de 8 mil habitantes. Tudo é impecavelmente organizado e limpo. Cheguei no segundo final de semana de outubro, já encontrando a cidade com as cores do Outono. Linda, linda, linda!
O outono de Lenzburg
Lenzburg não chega a ser uma cidade turística. Sua principal atração é o Castelo de Lenzburg, que pode ser avistado de alguns pontos da cidade (do quarto que me hospedei, inclusive) e que também abriga um museu interativo. Aproveitei minha manhã de sábado em Lenzburg para conhecer o centro histórico da cidade, com ruas estreitas, prédios históricos e fontes. Também fui às compras: paramos em um Coop (um dos grandes supermercados de lá) e escolhi uma grande variedade de chocolates e queijos para experimentar durante a minha estadia, e também para trazer para o Brasil.
Pub no centro de Lenzburg e o castelo da cidade na parte superior esquerda da foto
Centro histórico de Lenzburg
Parte da variedade de chocolates encontrada nos supermercados suíços
Lenzburg é uma ótima cidade para se acessar de trem ou de carro outros pontos da Suíça como Zurique, Lucerna, Basilea e a capital Berna.
Estação de trem de Lenzburg
Lucerna
Ainda no sábado, na parte da tarde, seguimos para Lucerna para conhecer o que é uma das cidades mais famosas da Suíça. Localizada a 60 Km a sudoeste de Zurique, nosso trajeto desde Lenzburg até lá demorou cerca de 1h. E a paisagem é linda quando se opta por um caminho mais extenso margeando os lagos suíços.
Chegando em Lucerna caminhamos muito pelo centro comercial. A temperatura estava agradável: cerca de 14 graus. Compramos souvenirs, comemos os típicos Marrones, que sempre aparecem no Outono, tomamos chocolate quente suíço, tiramos muitas fotos da paisagem e da ponte velha, Kapellbrücke, e também passemos pela Herbstmesse, uma feira que acontece em várias cidades da Suíça e da Europa durante as primeiras semanas do Outono. Em Lucerna ela estava às margens do lago Vierwaldstättersee e tinha um parque de diversões. Demos uma voltinha na roda gigante pra ver a cidade lá do alto e constatar que ela é realmente linda!
Variedade de canivetes suíços nas lojas de souvenir em Lucerna
Loja de chocolates em Lucerna
Café às margens do Rio Reuss em Lucerna
Rio Reuss e Kapellbrück, a ponte de madeira construída em 1365 em Lucerna
Rio Reuss e os hotéis e restaurantes que o margeiam
Maronis de outono
Uma das várias barracas de maroni do centro de Lucerna
O colorido outono de Lucerna
Barraca de doces na Herbstmesse
O tradicional – e delicioso – pão alemão Pretzel (brezel em alemão) em forma de nó
Mari e eu prontas para a roda gigante
Vista de cima da roda gigante: Lucerna vista do alto
Lucerna ao anoitecer
Para fechar o dia escolhemos um restaurante típico suíço, o Stadtkeller Swiss Folklore Restaurant, para nos deliciarmos num fondue de queijo. Perfeito, não!? Era um restaurante bastante turístico, com um show bastante completo sobre os costumes suíços. Preço do show: 18 francos suíços. O fondue de queijo que comemos estava delicioso!!! E para quem não conhece nada dos costumes suíços é uma excelente oportunidade de conhecer músicas, danças, instrumentos, entre outros costumes típicos. Haviam turistas de diferentes partes do mundo como Espanha, Austrália e diferentes pontos dos EUA.
Meus queridos amigos e anfitriões, Rapha e Mari, nas ruas de Lucerna
Fondue de queijo excelente que comemos no Stadtkeller Swiss Folklore Restaurant
Zurique
Já no domingo nossa programação era passear por Zurique. Meu vôo de volta para Paris era às 18h, então tínhamos bastante tempo para passear pela cidade.
Fomos no final da manhã de carro para Zurique (cerca de 30 minutos) e paramos em um estacionamento próximo à estação central de trem Zürich HB. A estação é super bonita e funciona também como um grande centro comercial, em especial aos domingos, quando a maior parte do comércio está fechados cidade. O mesmo vale para o aeroporto de Zurique: existe um grande centro comercial dentro dele com lojas de grife, populares e também um grande super mercado aberto aos domingos.
Grafite em parede de bar em Zurique
Estação central de trem Zürich HB
Iniciamos o passeio pelo interior da estação de trem, seguindo pela avenida principal, a Bahnhofstrasse. Circulamos por várias ruas da parte conhecida como Old Town, caminhando pelos 2 lados do rio Limmat até chegar no Lago de Zürich. Um dos pontos mais bonitos do trajeto foi a praça Lindenhofplatz onde podemos avistar a Old Town de cima, e construções muito antigas como o hospital universitario Universitätsspital Zürich. Continuamos a caminhada por Oberdorf e Niederdorf, bairros famosos de Zurique. Ao chegar no lago a vista também é muita linda. Os suíços aproveitavam que as temperaturas baixíssimas do inverno ainda não chegaram para caminhar às margens dos lagos enquanto as crianças brincavam.
Lindenhofplatz, em Zurique
Vista da Old Town a partir da Lindenhofplatz, Zurique
Oberdorf, Zurique
Oberdorf, Zurique
Oberdorf, Zurique
Lago de Zurique
Lago de Zurique
Grafite em Oberdorf, Zurique
Niederdorf, Zurique
Niederdorf, Zurique
Há também a Bellevue, onde fica a Ópera, onde fizemos uma parada estratégica num restaurante chamado Terrasse para tomar café. Este restaurante tem muitas paredes de vidro, oferencendo uma vista linda do lago. Após esta parada continuamos a passear pelas ruas históricas e pela margem do rio até chegar ao jardim Platzspitz, que foi nossa última parada antes de seguir para o aeroporto. Sem duvida o colorido do outono dava um charme mais especial a cidade.
Sechseläutenplatz, Zurique
Nós três em Bellevue
Ópera de Zurique
As cores do outuno mais uma vez deixando tudo mais lindo
Café acompanhado de chocolate suíço
Jardim Platzspitz
Jardim Platzspitz
Fui embora da Suíça de coração apertado deixando um casal de amigos tão querido por lá. Mas agora a vontade de voltar logo para conhecer as outras cidades e ficar por mais tempo com eles triplicou 🙂
Tivemos o enorme privilégio de compartilhar o roteiro de Lua de Mel da Lívia Freitas e do Luiz Felipe e nos deliciar com todos os lugares que eles passaram por Portugal! Aproveitem essas dicas incríveis!
Um roteiro de 7 dias de Lisboa ao Porto
Por Lívia Freitas
Estive em Portugal em Abril/2015 como primeira parada da minha Lua de Mel. Vimos um país organizado e preparado para receber turistas, que na maioria tem mais idade. Mas acreditem, Portugal pode ser mais especial do que vocês imaginam! Além de ser uma viagem relativamente barata se comparada a outros países da Europa tem um charme único!
Dia 1: Chegada em Lisboa
Chegamos no aeroporto as 6h da manhã. Alugamos o carro pela Rentalcars.com, que nos jogou para uma empresa chamada interent. A empresa era tranquila, mas não tem guichê no aeroporto e tivemos que aguardar até as 8h para pegar o carro. Se for alugar, procure Europcar, Avis, Herzt e Budget pois o guichê é no aeroporto e abrem mais cedo.
Saindo de lá, pegamos a direção de Coimbra, paramos o carro na Praça da República, fomos até o centro de informações turísticas e rodamos a pé. A tradicional Universidade de Coimbra é realmente belíssima e tradicional. 2 horas foram suficientes para conhecer Coimbra.
Dali, seguimos até Mealhada, onde almoçamos no restaurante Pedro dos Leitões: leitões assados com batatas fritas e saladinha! Para acompanhar, espumante da casa: 5€ por 375ml.
Após o almoço, partimos para o Porto e fomos para o hotel descansar. Se fosse fazer novamente, não sairia de Lisboa para viajar, atravessamos um fuso de 4h e pegamos estrada, foi uma luta para nos manter acordados.
Chegando ao Porto, descansamos e fomos passear pela cidade até chegar ao restaurante LSD – Largo de São Domingos (Largo de Sao Domingos, 78) . Degustamos um bom vinho e pedimos uma tábua de queijos com compotas. Que delícia!
Passeamos pela Ribeira a noite e ali também tem bastante opção para jantar.
Dia 2: Dia de explorar o Porto
Como ficamos no Ibis e não tinha café da manhã incluído, resolvemos explorar a cidade e tomamos café em uma cafeteria bem simpática, dentre várias que tem no porto. Depois disso, fomos andar. No Porto se conhece tudo a pé. Paramos o carro num estacionamento conveniado do hotel e só pegamos quando saímos da cidade. Passamos pelo Mercado do Bolhão, que é o mercado municipal da cidade. Ali é o lugar para comprar todas as lembrancinhas de viagem, pois é bem mais barato que outros lugares turísticos. Toalhas típicas, rendadas são lindas e baratas!
Seguimos até a Câmara Municipal, descemos pela Av. dos Aliados e seguimos pela Rua dos Clérigos. Pegando a Rua das Carmelitas, encontramos a Livraria Lello que foi onde a JK Rowling se inspirou para escrever Harry Potter. Seu interior lembra muito a escada de Hogwarts.
Seguimos para a Reitoria da Universidade do Porto, Igreja das Carmelitas e depois para a Torre dos Clérigos. Lá, pagamos 3 euros para subir a torre e ter uma vista 360° da cidade. Vale a pena.
Começou a chover muito e decidimos comprar um ônibus turístico – Yellowline – e fizemos todo o percurso histórico para ter um overview da cidade, abrigados da chuva. Esse percurso faz o centro histórico, vai até o litoral e atravessa para vila nova de Gaia, que possui a vista mais bonita da cidade do Porto.
Depois do Tour, almoçamos no Café Santiago uma francesinha – prato típico do Porto, que tem inspiração no prato francês croq monsieur – mas que como toda comida portuguesa é muito mais encorpada. Tudo dentro de um sanduíche (linguiça, mortadela, presunto, salsicha fresca, um ovo estalado em cima, gratina com queijo, molho de tomate e cerveja) e batata frita para acompanhar. Comemos meio cada um e por isso deu para comer um pastel de nata na Casa das Tortas, na mesma rua! De comer rezando!
Depois fomos desgastar o almoço na Rua Santa Catarina, comprar umas lembranças e bolsas de cortiça – bem típica da região também.
Voltamos para o hotel para descansar e a noite jantamos no restaurante “A parte” (Rua das Flores, 46). O prato principal foi aqueles que comemos bem devagar para não acabar: bife de fillet com massa folheada, recheado com queijo da serra da estrela. Um pouco caro para a região, mas valeu a pena cada centavo!
Dia 3: Começamos o dia pela Estação São Bento…
… que é linda com seus azulejos históricos. De lá seguimos para a Igreja da Sé, que igreja maravilhosamente trabalhada!!!
Como o tour do ônibus no dia anterior incluía o passeio de barco, chegamos a ribeira e pegamos o barco de 12:30. Ele passeia pelo Douro e garante ótimas fotos!
Saindo dali, cruzamos a ponte a pé e chegamos à Vila Nova de Gaia, que é a cidade do outro lado do Rio Douro de se concentram as Caves de Vinho do Porto. Conhecemos a Porto Calen, mas na verdade, todas são muito parecidas e têm visitas a cada 30 min, e todas elas finalizam com uma degustação. Vale a pena comprar vinhos por lá.
À noite, fomos jantar no Café Magestic que fica na Rua Santa Catarina, bem próxima ao nosso hotel. O jantar foi maravilhoso: Pedi o prato do dia que era um polvo assado com batatas aos murros. Estava perfeito. De sobremesa, rabanada! Mas não é qualquer uma … Com calda de ovos e amêndoas! Divina!
Dia 4: Saímos do hotel por volta de 9h e pegamos estrada rumo a Aveiro…
A cidade é uma graça, com seus canais e Moliceiros (parecido com as gôndolas de Veneza). Entramos numa padaria (e pode ser qualquer uma!) e comemos os autênticos ovos moles de Aveiro, que são uns docinhos com massa de hóstia recheados de creme de ovos.
Seguimos para o Santuário de Fátima. Valeu cada minuto pela energia daquele lugar. Que paz!
Seguimos então para a pequena cidadezinha de Óbidos, que é uma cidade construída no interior de uma muralha. Muito bonita e muito interessante! Seu principal castelo hoje é um Hotel. É típica pelos seus chocolates e doces!
Pegamos estrada rumo a Lisboa, e jantamos no restaurante Casa do Bacalhau (Rua do Grilo, 54), Um pouco longe do centro, mas sensacional !
Dia 5: Lisboa
Em Lisboa ficamos no Hotel Fenix Music, que tinha acabado de inaugurar. Recomendo pelo maravilhoso e completo café da manhã, como pelas instalações Hi-tec e o pessoal muito simpático.
Pela manhã, pegamos um Tuk-tuk e foi bem legal para passear por algumas áreas e alguns mirantes. Passeamos pelo Castelo de São Jorge, Igreja da Sé e as atrações turísticas da redondeza.
Na parte da tarde fomos até o Mosteiro dos Jerônimos, Monumento dos Descobrimentos e Torre de Belém. Lá você encontra os originais Pasteis de Belém (que fica ao lado do Mosteiro dos Jerônimos). Fica bem cheio, mas anda rapidinho se você comprar para levar. É sem dúvida o melhor Pastel de Belém de Portugal.
Dia 6: Fomos para a área nova de Lisboa…
Visitamos o Oceanário e passeamos pelo Parque das Nações. Almoçamos no restaurante Honorato, que é uma franquia de hambúrgueres artesanais, muito bom!
Seguimos para o bairro alto e por ali passeamos até o cair da tarde. Jantamos na Cervejaria Trindade, que tem um Chopp próprio, uma comida gostosa e um preço bom.
Dia 7: Muito próximo de Lisboa está a região de Sintra, que é cheia de palácios de veraneios!
Tão lindos que você nem acredita! Passeamos de carro por ali e resolvemos conhecer o Palácio da Pena. Depois seguimos até o centrinho onde almoçamos.
Dali fomos até o Cabo da Roca que é o ponto de continente mais próximo ao Brasil. Tem um visual lindo!
Para finalizar, seguimos até a região praiana de Cascais, que é uma graça!
Foram 7 dias ótimos, com passeios muito legais e adequados ao tempo. Certamente voltarei para conhecer outras áreas e degustar essa gastronomia que eu amo de paixão!
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Lívia, agradecemos muito por ter compartilhado essas ótimas dicas com o Profissão Turista e ter nos deixado literalmente babando por Portugal!! Adoramos! Obrigada!
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