Como comprar ingressos para a Torre Eiffel, em Paris?

Torre Eiffel vista a partir de Trocadero: um dos melhores locais para fotografar esta belezinha.

Olá, pessoal!

Estou programando minha terceira temporada na Cidade-Luz. Nas duas primeiras visitas fiquei super frustrada porque não me programei para comprar ingressos antecipados para visitar a Torre Eiffel e acabei não conseguindo encarar a fila gigante que se forma diariamente aos pés dela.

Pois bem, dessa fez eu resolvi fazer diferente: comprei meu ingresso antecipado e, enfim, vou realizar meu desejo de subir lá no pedacinho mais alto da torre mais famosa do muito! <3

Torre Eiffel e todo o seu brilho
Torre Eiffel e todo o seu brilho
Playlist bem francesinha para entrar no clima

Vamos agora as explicações:

O site oficial é este aqui. Assim que entrar, você já vai encontrar um quadro branco de barra verde com as informações principais sobre a visita em português. Dentre as informações em português contidas no site estão o horário de funcionamento, o preço dos bilhetes e o mapa de acesso.

Esta é a página inicial em português, onde é possível obter informações sobre a vista, horário, preços e mapa de acesso.
Esta é a página inicial em português, onde é possível obter informações sobre a vista, horário, preços e mapa de acesso.
Horário de funcionamento da Torre Eiffel.
Horário de funcionamento da Torre Eiffel

Na aba “Preço dos Bilhetes” clique no botão laranja “Reserve Já”. Este botão direciona para o site de compra dos bilhetes. Nessa parte o site oferece a informação em apenas 3 idiomas: francês, inglês e espanhol. Escolha o seu preferido e siga em frente. Minha escolha para as imagens abaixo foi o inglês.

Preço dos bilhetes para acesso aos diferentes pisos. O botão
Preço dos bilhetes para acesso aos diferentes pisos. O botão “Reserve Já” direciona para o site de compras
Informações de acesso a Torre Eiffel
Informações de acesso a Torre Eiffel
Site da compra de bilhete. Atente que as informações só poderão ser mostradas em 3 idiomas.
Site da compra de bilhete. Atente que as informações só poderão ser mostradas em 3 idiomas

O passo-a-passo da compra é divido em 3 etapas:

Etapa 1: Escolha do ticket

– escolha “lift entrance with access to the Summit” para ir até o topo (324m);
– escolha “lift entrance ticket with access to 2nd floor” se você quiser ir apenas até o segundo piso (115m).

Etapa 2: Escolha a data

– Pelo que reparei, cerca de 90 dias antes é que as datas são disponibilizadas para a compra dos ingressos; e mesmo com esta antecedência eles esgotam rápido. Para garantir os melhores horários, melhor se antecipar e comprar os tickets o quanto antes.

– Uma vez escolhida a data da visita, o site vai indicar quais horários ainda estão disponíveis para seleção (vou explicar isso melhor mais a frente). Caso as vendas não estejam abertas ainda, o site vai informar quando as vendas serão aberta. Nesta caso, programe-se para entrar assim que as vendas abrirem e não correr o risco de ficar sem ingresso para a data/horário que você deseja.

Etapa 3: Selecione o número de pessoas a realizar a visita

– Você deve indicar quantos ingressos quer por tipo: adulto, jovem (12-24 anos), criança (4-11 anos), bebê (menores de 4 anos), portador de deficiência ou acompanhante de portador de deficiência. Os preços são indicados abaixo de cada uma das opções. 

Pagina para escolha dos tickets

Após preencher as 3 etapas vai aparecer na tela um botão laranja “Confirm”. Basta clicar nele que o site vai informar a situação para o dia desejado, que pode ser:

– Ter horários disponíveis para visita neste dia, que aparecem com um ícone verde. Os horários com ícone vermelho estão esgotados;

–  Ter apenas horários com ícones vermelhos e uma mensagem avisando que é necessária a escolha de uma nova data;

– Uma mensagem indicando que as vendas para a data desejada não estão abertas ainda, informando também quando elas serão abertas.

Quando há disponibilidade na data escolhida, os horários com ingressos à venda aparecem com o ícone verde.
Quando há disponibilidade na data escolhida, os horários com ingressos à venda aparecem com o ícone verde
Mensagem que aparece quando não há a quantidade de ingressos solicitada na data escolhida
Mensagem que aparece quando não há a quantidade de ingressos solicitada na data escolhida

Uma vez que você tenha escolhido seu horário, o site vai direcioná-lo para finalização da compra. Selecione o botão laranja “Checkout” e siga em frente. No próximo passo você vai criar sua identificação e escolher como vai retirar os ingressos. Foi o passo que me deu mais trabalho! Já já vou explicar porquê.

Tela de confirmação dos ingressos escolhidos
Tela de confirmação dos ingressos escolhidos

As opções de retirada do ingresso são 3:

Electronic Ticket – não há custos adicionais ao comprador. Os ingressos são enviados por e-mail, e podem ser impressos em casa. Foi o método que eu escolhi, e considero a melhor opção, já que na mesma hora recebi meus tickets, sem nenhum custo adicional.

Registered letter – há um custo de 9 euros nesta forma de entrega. O site não aceita a escolha desta forma de entrega para o Brasil.

Registered letter abroad – há um custo de 18 euros  nesta forma de entrega. É possível selecionar um endereço do Brasil, visto que é um modelo de envio internacional.

Definição do método de retirada dos ingressos e pagamento

Após determinar a forma de entrega, é necessário se cadastrar no site na área “New Eiffel Tower customer”. Diferente da maioria dos sites, que fazem o cadastro usando um endereço eletrônico (e-mail), este usa o número do telefone celular para fazer o cadastro… e aí começa o problema.

Preenchi o campo “Mobile Phone Number” com meu número do Brasil (que tem 9 dígitos, por ser do RJ), escolhi uma senha, indiquei meu país, nome e sobrenome, assim como mandava o site. Na hora de validar o registro eu encontrava um erro: formato de número de celular inválido. Tentei colocar meu número de celular com o código do pais na frente (55), com DDD (21), sem DDD, com DDD e código do país, com espaço, sem espaço e de jeito nenhum o site aceitava meu numero para cadastro.

Depois de várias tentativas frustradas, comecei a pensar que perderia minha reserva. Foi quando recorri ao Google e comecei a buscar sobre como resolver esta questão do formato do número de celular. Encontrei reclamações de vários clientes do mundo inteiro relatando exatamente este problema. E foi assim que descobri que o site aceita apenas números de telefone com 10 dígitos; como meu celular possui 9 dígitos, incluí o 0 na frente e, enfim, consegui ter meu cadastro efetuado. Sendo assim, #ficaadica!

Uma vez que o cadastro é aceito, o site direciona você para a página de pagamento, que deve ser feito com cartão de crédito. Não esqueça de aceitar os termos gerais e condições de compra antes de apertar o “Confirm”.

Página onde é realizado o pagamento
Página onde é realizado o pagamento

Feitos todos estes passos, enfim o site informa se o pagamento foi aceito e, caso a opção tenha sido imprimir os ingressos, eles já estarão disponíveis para impressão. E mesmo que você não possa fazer a impressão imediatamente, eles ficam guardados na sua conta, que pode ser acessada depois através do número de celular e senha que você cadastrou anteriormente.

Sua página, onde você pode acessar e imprimir posteriormente os ingressos já comprados
Sua página, onde você pode acessar e imprimir posteriormente os ingressos já comprados

Depois de seguir todos estes passos, fiquei feliz e satisfeita com a minha compra! Já estou sonhando com a vista lá de cima. 🙂

Espero que as dicas ajudem a vocês! Quer mais dicas de Paris, então clique aqui.

Até a próxima!

10 Dicas de Paris

Torre Eiffel por um outro ângulo (créditos: Carolina Kelesoglu)

Outro dia eu e a Carol nos encontramos para um almoço, e eis que ela se animou a escrever 10 dicas de Paris para o Profissão Turista – neste post vou compartilhá-las com vocês!

Fugindo um pouco daquele padrão mais longo, aqui vão dicas bem diretas para os viajantes que pretendem passar por lá aproveitarem bastante este pedacinho tão especial do mundo. <3

Playlist para embalar sua leitura

10 Dicas de Paris

Por Carolina Kelesoglu

Dica 1 – A chegada

Eu usei o serviço de shuttle: http://paris.airport-shuttle.com/ . Eles são muito bons, super prestativos e o preço vale muito mais a pena que um táxi. Não tenho do que reclamar!

Observação da Nat.: Na minha ultima vez em Paris também usei este shuttle e concordo absolutamente com as palavras da Carol.

Torre Eiffel vista a partir de Trocadero: um dos melhores locais para fotografar esta belezinha.
Torre Eiffel vista a partir de Trocadero: um dos melhores locais para fotografar esta belezinha

Dica 2 – A Hospedagem

O hotel que fiquei foi o Ibis Tour Eiffel. Padrão Ibis como todos conhecem, sem sustos. O mais importante é que ele fica ao lado da estação de metrô Cambrone. Tem vários restaurantes e bares perto, muitos com menu em português. Na esquina, em frente a estação de metrô, tem uma boulangerie maravilhosa que vale cada centavo, ou seja: NÃO tome café no Ibis que custa 9 euros por dia!!!

Boulangerie que citei no meu texto (créditos: Carolina Kelesoglu)
Boulangerie que citei no meu texto (créditos: Carolina Kelesoglu)
Torre Eiffel por um outro ângulo (créditos: Carolina Kelesoglu)
Torre Eiffel por um outro ângulo (créditos: Carolina Kelesoglu)

Vai visitar Paris e quer subir na Torre Eiffel? Aqui a gente explica como fugir das filas e comprar seu ingresso antecipado. 😉


Dica 3 – Passeio a Versailles

As filas são enormes!! Por isso uma dica boa é: primeiro vá ao jardim e compre o ticket do trenzinho. Faça todo o percurso com ele, visite a casa de verão, o lago…. se fizer a pé você se cansará muito e perderá muito tempo. Só depois vá ao Palácio. A fila vai estar bem menor! O trenzinho fica na lateral do palácio e custa bem baratinho.

Jardins de Versailles
Jardins de Versailles

Dica 4 – Comprinhas

Para quem quer comprar cosméticos o lugar se chama CityPharma e fica em San Germain. A farmácia tem um mundo de cosméticos e os preços são ótimos. Tem atendentes que falam português e se você disser que é brasileira…. vai ganhar muitos brindes!!! Mas… vá com paciência!! A farmácia está sempre lotada!!!

Dica 5 – Visitando Notre Dame

O melhor horário de visita é pela manhã, bem cedo (isso significa até as 9:00hs). Nada de filas, tudo muito tranquilo. Depois disso, a fila só tende a crescer.

Catedral de Notre-Dame de Paris
Catedral de Notre-Dame de Paris

Atualização: em abril de 2019 a Catedral de Notre-Dame sofreu um incêndio iniciado num sotão que estava em obras. As chamas foram controladas após cerca de 15 horas, porém atingiram a torre central do monumeto. Acredita-se que a causa do incêndio foi um curto circuito elétrico, potencialemnte ligado aos trabalhos de restauração em curso. Não há registro de vítimas.

Notre-Dame em chamas
Incêndio destruiu parte da Notre-Dame em abril/2019: Apenas um terço da parte superior da edificação escapou do fogo. A Flecha (centro) despencou em uma hora (Crédito: Thierry Mallet)

Dica 6 – Passeio de Bateau Mouche

Um ótimo horário para fazer o passeio de Bateau Mouche é no entardecer. Você terá o prazer de ver as pontes e a Torre começando a se iluminarem, um espetáculo inesquecível. 

Dica 7 – Das coisas típicas

Não deixe de provar o sorvete Berthillon. É o sorvete mais famoso de Paris.

Berthillon pra deixar todos com água na boca (créditos: Carolina Kelesoglu)
Berthillon pra deixar todos com água na boca (créditos: Carolina Kelesoglu)

Dica 8 – Explore Montmartre

Não deixe de comer um crepe e curtir a feira de quadros em Montmartre, localizada atrás da Sacre Couer.

Explore toda aquela área que inspirou o filme de Amelie Polan. Sente-se, peça um crepe ou um bom café e curta uma Paris pitoresca.

Há também restaurantes que oferecem mariscadas por lá, se você gosta deste tipo de comida… vá em frente. Os restaurantes ficam bem cheios. Dica: para lembrancinhas, evite as lojas na subida para a Sacre Couer, dê uma olhada nas lojas atrás dela…. existem lojas com produtos lindos e o preço é o mesmo.

Dica 9 – Sobre os Museus

Não deixe de visitar o Musée D’orsay. É lindo…. a vista é linda…. e vale a pena cada minuto que você perder na fila. No final ainda dá pra curtir o pôr do sol a beira do Rio Sena.

Museu D'Orsey por dentro: lindo!
Museu D’Orsey por dentro: lindo!

Dica 10 – Pra finalizar

Se você tem pouco tempo na cidade, caminhe! Não tenha preguiça!! não tem jeito melhor de cohecer a cidade, já que Paris é um museu a céu aberto.

Passeios pelas ruas de Paris (créditos: Carolina Kelesoglu)
Passeios pelas ruas de Paris (créditos: Carolina Kelesoglu)

Agradecemos a Carolina Kelesoglu por compartilhar seu texto e dicas de Paris com o Profissão Turista.


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Outras dicas importantes para organizar sua viagem:

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Malta – Intercâmbio e Restaurantes

O clima praiano do Surfside
Se você chegou aqui no blog diretamente neste post e quer dicas sobre Malta, então é melhor checar outros posts sobre Malta aqui também:

No site oficial de Malta há bastante informação útil para quem pretende visitar este país.

Intercâmbio

Meu objetivo indo para Malta foi estudar inglês, como eu já havia dito no meu primeiro post. Fechei aqui pelo Brasil um pacote pela STB e não tenho do que reclamar; eles foram muito atenciosos. A escola que estudei chama-se IELS e também foi muito organizada.

Confesso que aproveitei mais as turmas de gramática, que eram ministradas por professores britânicos, do que as de conversação, ministradas por professores malteses, devido aos múltiplos sotaques. Havia a opção de aulas particulares, mas acabei não conseguindo fazer porque necessitava de solicitação prévia.

Às vezes me perguntam: valeu a pena fechar o pacote com uma agência já que há custos maiores envolvidos?

No meu caso, eu já sabia que com a agência sairia um pouco mais caro; mas como ia sozinha para um lugar que pouco antes eu nem sabia que existia no mapa e também não teria muito tempo para organizar a viagem, me senti mais segura fazendo dessa forma.

Se eu voltasse hoje lá com o mesmo objetivo, tranquilamente faria tudo por conta própria para economizar alguns bons euros. Então se você for uma pessoa tranquila em relação a isso, que se vire bem em qualquer adversidade, e queira economizar, fica a dica: entre em contato diretamente com os cursos e faça tudo por conta própria.

Quer saber mais sobre nossas experiências de intercambio? Aqui embaixo eu vou listar outros posts que falam sobre o tema.

Comidas Típicas e Restaurantes

Falando um pouco das comidinhas, a culinária sofre muita influência da Itália e do Mediterrâneo. Então espere encontrar muitos peixes, frutos do mar e massas. O coelho é um prato bem tradicional por lá…e você vai encontrar de diversas formas (ensopado, frito, assado) e com bastante facilidade. Na época que fui também ouvi muito falar sobre um peixe chamado lampuki. Os malteses adoram e ele só é encontrado durante os meses de setembro a novembro. Quanto aos pães, gostei muito do Ftira.

Caffe Cordina: à esquerda um sanduiche com o pão Ftira e a direita um coelho assado com fritas; uma Cisk ao fundo
Caffe Cordina: à esquerda um sanduiche com o pão Ftira e a direita um coelho assado com fritas; uma Cisk ao fundo

Com relação aos restaurantes, cafeterias e bares, seguem abaixo algumas dicas:

  • Peperoncino – amei este restaurante em St. Julians. Dos que fui, foi o meu preferido. Ambiente romântico, boa comida e bons vinhos. Recomendadíssimo. Fiz reserva com 1 dia de antecedência.
  • Vecchia Napole – Pizza deliciosa!!! Exatamente como na Itália. Gostei tanto que fui mais de uma vez. Ambiente mais despojado, familiar. Fica próximo ao limite entre Sliema e St Julians.
  • Raffael – Confesso que o que mais me atraiu neste foi a localização e a vista. Fica bem à beira da baia em St Julians e é bem bonito a noite. Mas não gostei muito do atendimento, e nem achei a comida excepcional. Também fiz reserva 1 dia antes.
Raffael e os outros 2 restaurantes vizinhos a ele, a beira da baia em St Julians
Raffael e os outros 2 restaurantes vizinhos a ele, a beira da baia em St Julians
  • La Cuccagna – este eu também adorei!! E o melhor é que era bem pertinho do meu hotel, em Sliema. Optamos pelas pizzas e não houve arrependimento. Estavam deliciosas.
  • It–Torri – Fui nele algumas vezes no fim de tarde para ver o cair da noite, petiscar e tomar uma Cisk (a cerveja tipica Maltesa). O ambiente é bem agradável e a vista sensacional. Logo ao lado tem uma sorveteria (não lembro o nome agora) onde eu tomei sorvete algumas vezes e era bom também.
  • Surfside Bar and Grill – Mistura de bar e restaurante em Sliema com 4 andares. Muito legal para uma esticada na noite ou mesmo um happy hour. Nas varandas tem narguilé, o que atrai uma galera mais jovem. Estar sobre as pedras, na beira do mar, só deixa o local mais charmoso.
O clima praiano do Surfside
O clima praiano do Surfside
  • Time Square – foi o bar nosso de quase todos os dias. Quase sempre parávamos para tomar alguma cerveja importada, ou mesmo uma excelente Ale de Malta chamada Blue Label. Um pub bem aconchegante, com grande variedade de cervejas e excelente atendimento. Também é ótimo para os fãs de futebol; tem sempre algum jogo sendo transmitido.
  • Caffe Cordina – Um clássico em Valletta. Vale a parada para comer um sanduíche de Ftira, tomar um sorvete ou apenas tomar um café.
  • Mokrito – adorei o sorvete de lá. Havia um no Shopping The Point, em Sliema, bem perto do meu curso de inglês. Ia lá quase todo dia tomar sorvete de Nutella após as aulas.

Até a próxima viagem 🙂


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Malta – Atrações turísticas para montar o seu roteiro

Blue Grotto

Este é o segundo relato sobre Malta, então se você chegou aqui no blog diretamente neste post, não deixe de ler os demais posts relacionados:

Malta produz apenas 20% do alimento que consome, tem recursos de água potável limitados e nenhuma fonte de energia doméstica. O turismo é, então, uma de suas principais fontes de renda, e as opções são muitas: lindas paisagens, praias, passeios de barco, museus, cidades históricas, parques aquáticos, catedrais, sítios arqueológicos, entre outras.

Utilizei alguns dias aqueles ônibus de turismo de 2 andares (hop on hop off) Bque tem roteiro definido e não gostei muito por um simples motivo: as vezes perde-se muito tempo esperando o ônibus passar. Acho que alugar um carro e rodar a ilha de maneira independente é a melhor coisa a ser feita, até mesmo para ter a liberdade de ficar por mais ou menos tempo nos lugares que optar conhecer.

Em relação aos pontos turísticos, destaco Blue Grotto (Malta), Blue Window ou Azure Window (Gozo) e Blue Lagoon (Comino). Prefiro mostrar imagens, porque acho que não vou conseguir descrever tão bem a beleza destes lugares apenas com palavras.

Infelizmente em 2017 a Blue Window colapsou deixando Malta sem um de seus principais cartões postais. Ficaram os registros guardados com carinho deste lugar tão lindo.

https://www.instagram.com/p/BRb2IcsAILe/
Post sobre o desmoronamento da Blue Window em 2017 mostrando o antes e depois do local

Valetta, a capital, é uma cidade linda! Vale uma ou mais visitas com calma para passear bastante a pé e conhecer as ruas, o comércio e os museus. Destaco em Valetta a Catedral de St John – 98% da população de Malta é católica, e existem 365 igrejas em Malta – esta é, sem dúvidas, a mais bonita, além de abrigar obras de Caravaggio. Outros locais que devem ser visitados são os “Barracca Gardens” e o museus Palace Armoury e National War Museum, que registram muito bem tudo sobre os conflitos enfrentados por este pequeno país. É incrível como eles conseguiram guardar tão bem os registros, armaduras e armas por todo este tempo.

Também estive no Museu Nacional de Arqueologia, que guarda resgistros e conta toda a história de lá através do tempo. O Museu de Artes e o Manoel Theatre infelizmente eu não consegui visitar.

Valetta vista a partir de Sliema
Valetta vista a partir de Sliema

Em relação aos sítios arqueológicos, visitei o Templo Tarxien, mas confesso que achei bem longe e não consegui “apreciar” a informação que ele oferece. Tratam-se de ruínas de um templo antigo, com monumentos megalíticos. Além do Tarxien há outros vários…creio que no mesmo contexto. O mais interessante parecia ser o Hypogeum, mas estava com reservas até o mês de novembro (visitamos Malta em setembro). Então caso você esteja planejando uma viagem para Malta e se interesse em fazer esta visita, se informe e tente reservar com antecedência.

Falando de praias, em Sliema, St Juliens e Paceville são todas de rocha (o que é muito estranho pra nós acostumados com praias de areia), mas elas ficam cheias e eu mesma fui nelas algumas vezes depois das minhas aulas de inglês.

Tem umas escadinhas cravadas nas rochas, e até piscinas, onde facilmente dá pra se banhar e até fazer snorkeling, se o mar não tiver muito revolto.

As praias de areia ficam a NW da ilha. Estive na Paradise Bay, na Golden Bay e na Ghajn Tuffieha Bay, que eram as mais famosas em Malta pela beleza. Realmente são lindíssimas, e a minha preferida foi a Ghajn Tuffieha (ela fica ao lado da Golden Bay…tem um caminho para ir a pé de uma para outra, então dá para conhecer as 2 no mesmo dia). O pôr-do-sol na Golden Bay é lindíssimo!!!

Ghan Tuffieha Bay Malta
Ghajn Tuffieha Bay
Golden Bay Malta
Pôr-do-sol na Golden Bay

Mdina, a antiga capital, também vale uma visita para conhecer a cidade com ruas bem estreitas e um vista privilegiada de seu entorno. La também tem uma Catedral famosa, que não visitei porque estava fechada.

Mdina Malta
Detalhes de Mdina

Comino é uma ilha minúscula. Nela só visitei a Blue Lagoon (que é imperdível!). Passei um dia inteiro lá e valeu cada minutinho.

Gozo é uma ilha muito bonita também. Passei um domingo inteiro nela e se não fossem as aulas durante a semana, teria voltado outras vezes lá. Há um ferry que faz o transporte de Malta a Gozo durante o dia todo. Este ferry sai do porto Cirkewwa, bem a NW de Malta, pertinho da Paradise Bay.

Blue Lagoon Malta
Blue Lagoon

Em Gozo já citei a Blue Window. Lá me pareceu um excelente lugar para praticar mergulho. Quanto a praia, estive na Ramla Bay e achei muito bonita! Tem uns peixinhos nela que ficam beliscando o pé…rs. A capital de Gozo, Victoria, possui um centro chamado “Citadel” que é mais alto que o restante da ilha, de onde pode-se ver todo o entorno. É imperdível um passeio a pé por esta região para apreciar toda a beleza da capital de Gozo.

Malta me surpreendeu positivamente pela organização impecável e pela segurança. Também achei os preços de lá bem mais baratos do que de outras cidades da Europa, e até mesmo mais barato que o Rio de Janeiro. A moeda oficial de Malta é o Euro desde 2008. Isso facilita muito as coisas.

Até breve!


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